Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
"Celebramos seis anos de sua morte, não com tristeza, nem ódio, mas com uma esperança renovada, porque a cada dia mais pessoas se unem ao nosso coro, a cada dia mais pessoas assumem para si essa luta, a luta por uma Amazônia livre".
O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, foi condenado no final da noite de ontem em Belém (PA) a 30 anos de reclusão por ter mandado matar a missionária Dorothy Stang, há cinco anos. Com isso, Bida continua sendo o único mandante de crime agrário a estar preso no Pará.
Expansão do agronegócio e impunidade dão força para que casos como o da missionária estadunidense cresçam na região, avalia Ulisses Manaças, da coordenação do MST no Pará.
Passados cinco anos da morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, um dos principais acusados de ser o mandante do crise, o fazendeiro Regilvado Pereira do Galvão, conhecido como Taradão, ainda não foi a julgamento.
Nesta quinta-feira (4/2), a 5ª Turma do STJ, determinou que o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang volte à prisão, onde cumpria pena de 30 anos de reclusão.
O assassino confesso da missionária estadunidense Dorothy Stang, Rayfran das Neves Sales, mais uma vez será submetido a júri popular. O julgamento acontece nesta quinta-feira (10/12), na cidade de Belém (PA).
