O Ministério Público do Trabalho protocolou na Justiça de Araraquara, interior de São Paulo, uma ação contra a Cutrale por cometer ato de discriminação e efetuar descontos salariais abusivos.
Os trabalhadores da empresa recebem 29 centavos por caixa de laranja colhida, que pesa de 48 a 50 Kg e que devem são carregadas por eles, o que acarreta em diversos problemas físicos.
Estudos diagnosticaram o fungicida Derosal em carga.
Segundo o presidente da Associtrus, Flávio Viegas, agronegócio força a saída do pequeno e médio produtor de laranja.
Péssimas condições de moradia e contratos não cumpridos representam a lógica de trabalho na Cutrale. Trabalhadores vindo de outras regiões não conseguem voltar nem para suas casas.
Os Sem Terra fazem uma marcha no centro do município de Bauru e participam de uma audiência pública na Câmara Municipal.
A mídia ruralista voltou a babar seu ódio contra o MST, que ontem ocupou novamente as terras griladas pela empresa Cutrale em Iaras, no interior de São Paulo.
O MST promove campanha pela retomada das áreas griladas pela Cutrale. Participe!
Incra afirma que medidas judiciais para a retomada de terras públicas controladas pela Cutrale tem legitimidade.
