Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
A comunidade Kaiowá Guarani foi atacada por 42 pistoleiros fortemente armados, matando o cacique Nísio Gomes, uma mulher e uma criança. Outras pessoas foram sequestradas.
Liderança do Movimento Ceta recebera ameaças de pistoleiros antes de morrer.
“Essa morte nada mais é do que a permissão para assassinar", afirma a liderança do MST no Sul do Pará, Charles Trocate.
Valdemar trafegava de bicicleta pelo bairro de São Félix, em Marabá, quando foi assassinado. É a sexta vítima no estado do Pará desde maio desse ano.
Em entrevista a Terra Magazine, o advogado da entidade em Marabá (PA), José Batista Afonso, criticou a falta de resultados durante as apurações, quatorze dias após o duplo homicídio.
As mortes no campo são resultado de um modelo de desenvolvimento concentrador, excludente, que privilegia o grande produtor e a monocultura. Leia análise de Leonardo Sakamoto.
Quatro mortes em cinco dias. Esse foi o saldo da violência na região amazônica, que evidencia o acirramento da disputa entre os interesses de grupos econômicos e de comunidades tradicionais.
O que está ocorrendo no Pará e em Rondônia é um desafio aberto à sociedade brasileira. Leia artigo do jornalista Mauro Santayana.
O Pará recebeu, nos últimos 15 anos, um título indesejado: o de campeão absoluto em assassinatos no campo. Das 555 mortes no campo, 41,6% ocorreram no Pará.
A direção nacional do Partido dos Trabalhadores divulgou nota em que manifesta a sua indignação com os assassinatos ocorridos nos últimos dias na região amazônica.
