Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
No momento em que a FUNAI lança um relatório em regime de urgência, tentando botar uma pá de cal sobre a denúncia do índio queimado e deixando livre de suspeitas os madeireiros que agem no Maranhão, é o caso de se levantar algumas questões.
Cimi pede sistematicamente a intervenção Federal no Mato Grosso do Sul para garantir a segurança dos indígenas – atacados mês a mês sem piedade. Cacique Nísio foi assassinado (na foto).
A decisão determina à Funai a publicação de relatório para a demarcação da TI Maró, palco de vários conflitos envolvendo indígenas e madeireiros.
Foi atirarado um Coquetel Molotov no para-brisa do ônibus.
Indígenas Kaiowá Guarani retomaram parte de seu território tradicional na última sexta-feira. Mais de 100 xavantes retomaram também à fazenda Suiá-Missú, no Mato Grosso.
Situação é tensa nas cinco aldeias do povo Krikati, distribuídas numa área de 146 mil hectares no sudeste do Maranhão. Um indígena foi baleado no tórax enquanto caçava dentro de seu território.
Governo demarcou menos terras, não aplicou orçamento e ainda tornou-se cúmplice da explosão de violências contra povos indígenas, que foram perseguidos e criminalizados.
Durante o governo Lula, apenas 88 terras indígenas foram homologadas no Brasil. Para Conselho Indigenista Missionário (CIMI) este período foi o mais violento das últimas décadas.
Para a autora, de nada valem os belos discursos sobre a necessidade de proteção às crianças se não há condições favoráveis para um crescimento com dignidade no Brasil.
Mais um jovem Kaiowá Guarani morre após ser atropelado por um motorista que não prestou socorro. Essa morte poderia ter sido evitada se o direito à terra não fosse postergado.
