Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
Os movimentos sociais do campo da América Central denunciam a repressão política e econômica contra os camponeses na região e conclamam a solidariedade internacional.
Via Campesina realiza a ação "G20 Agricultura: não brinque com a nossa comida!”, que rechaça as políticas alimentares lançadas pelos países ricos.
A CLOC - Via Campesina considera que o caos que vive o Haiti é uma catástrofe para todo o Continente Americano e denuncia que mais de 1 milhão de haitianos ainda vivem em refúgios.
A Via Campesina reafirma a sua posição pela manutenção do Código Florestal e contra o relatório de Aldo Rebelo.
Leia a declaração da Via Campesina sobre os resultados da Conferência do Clima em Cancún, construída no Fórum Alternativo Global pela Vida, Justiça Social Social e Ambiental.
A Bolívia não permitirá a produção com vistas à elaboração de agrocombustíveis. A prioridade será aumentar a produção de milho, trigo e açúcar, explicou a ministra de Desenvolvimento Rural.
A conclusão é que o programa Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) não reduz significativamente a emissão de gases de efeito estufa.
Leia nota dos movimentos do campo do Pará, organizados na Via Campesina, sobre as alterações do Código Florestal, que podem ser votadas no plenário da Câmara ainda neste ano.
O território quilombola, composto por 512 famílias espalhadas em oito pequenas comunidades, abrange 17.309 hectares. As cinco maiores fazendas detêm 13.000 hectares do território.
Com um sol radiante e no meio de uma grande festa de cores, mais de mil delegadas e delegados da CLOC e da Via Campesina tomaram as principais ruas e avenidas da cidade de Quito.
