Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
Devastação ambiental promovida pelo agronegócio, como o desmatamento da Amazonia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Caatinga, além das tentativas de flexibilização da legislação ambiental.
Em artigo, Djoni Roos explicita os interesses que movem o novo Código. "Um retrocesso do que mais progressista se conseguiu até hoje em termos de preservação ambiental".
Leia artigo de José Eli da Veiga, professor da pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da USP (IRI/USP), contra as mudanças no Código Florestal.
Onde está o progresso trazido pelo deserto verde?
Risco de cheias, de assoreamento de rios, de erosões, além do impacto evidente nas nossas florestas, que possuem uma nobre e essencial função: a de absorção do dióxido de carbono.
Mercado transforma em negócios névoas secas da mistura de gases nocivos (smog), os gases poluentes provenientes do excesso do uso automóvel e os das indústrias.
Guilherme Delgado avalia que o tratamento democrático da informação sobre o Código Florestal ameaça a estratégia ruralista original, porque permitiu aos telespectadores e leitores formar juízos.
Elaine Tavares: "os que gritam e clamam por justiça, não precisam esmorecer. Perdeu-se uma batalha. A luta vai continuar".
Sergio Leitão, do Greenpeace: existe uma agenda do setor, liderado pelo grande agronegócio, para eliminar os limites sociais e ambientais fixados para o uso da terra.
Pesquisadores da Embrapa vinculados contam que os objetivos do projeto foram conduzidos à condição de alavanca dos interesses da CNA nas alterações do Código Florestal.
Leia editorial do Brasil de Fato: Precisamos fazer um esforço para que o tema ultrapasse as paredes do Congresso e envolva outros setores na discussão sobre o Código Florestal.
