Efeitos nocivos, prejuízos aos povos, avanço das empresas, agrocombustíveis, desvios dos ruralistas, aumento da concentração e desnacionalização de terras.
PL da senadora ruralista obriga governadores a executar reintegração de áreas sem verificar cumprimento da função social dos imóveis, sendo crime de responsabilidade o descumprimento.
Multinacionais assinam acordo se comprometendo a pagar atendimento médico a mais de mil ex-trabalhadores da fábrica de agrotóxicos em Paulínia e indenização de R$ 370 milhões.
A decisão do Mapa permite o uso de agrotóxicos com benzoato de emamectina, substância considerada tóxica para o sistema neurológico pela Anvisa.
O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), da bancada ruralista, disse que “o proprietário [rural] não tem mais segurança jurídica nenhuma da garantia da sua propriedade” nesse processo.
De nas commodities, estrangeiros avançam sobre as áreas agrícolas de países em desenvolvimento. Geógrafo estuda Brasil e Moçambique e discute as implicações à soberania nacional.
Movimentos camponeses condenam a chegada do agronegócio ransformando-os em seus empregados e denunciam o risco de perderem suas terras e surgir comunidades sem terra.
"Pôr fim à fome não depende de declarações de boas intenções, de acordos assinados, ou lideranças fortes nos altos escalões, depende exclusivamente de vontade política. E esta não existe".
Até 2012, agrotóxicos mais danosos à saúde do que outros já no mercado com o mesmo fim e princípio ativo não podiam ser liberados. Mas um parecer da AGU mudou a prática.
Cerca de 500 famílias de assentados e pequenos agricultores da região estão sendo prejudicados com o projeto de irrigação realizado pelo DNOCS e pelo Ministério da Integração Nacional.
No Brasil, o projeto produziu gigantescos monocultivos de soja, intenso uso de agrotóxicos, expulsão de populações tradicionais, concentração da propriedade da terra, entre outros.
