Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
Mais de 186 mil famílias estão acampadas no Brasil, de acordo com o próprio Incra, das quais 60 mil famílias são organizas no MST.
Premissa, abordagem e conclusões erradas, decretando arrogantemente “O fim do MST”.
NOTA- O MST considera muito importante a medida do CMN, que proíbe a liberação de créditos agrícolas a latifundiários e empresas do agronegócio que mantêm trabalho escravo.
LETRAVIVA - O agronegócio tenta avançar com seu projeto em duas frentes: mudanças no Código Florestal e na liberação do arroz transgênico. Enquanto a primeira viabiliza o desmatamento, a segunda passa o controle das sementes para empresas.
Pistoleiros fortemente armados cercam neste momento 200 famílias Sem Terra que ocuparam na madrugada desta sexta feira fazenda Cambará, de propriedade do deputado federal Josué Bengston – PTB-PA, no município de Santa Lúcia do Pará, a 200 km de Belém.
As propostas da presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), pretendem mais uma vez criminalizar as lutas sociais e impedir o avanço da Reforma Agrária no Brasil. Suas medidas buscam proteger da lei os grandes latifundiários que concentram terra.
A política de criação de assentamentos foi abandonada pelo governo. Matéria divulgada pela Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (12/2) mostra que, em 2009, 55.498 famílias foram assentadas em todo o país (a meta era de 75 mil).
Para o MST, as prisões ocorridas nesta semana em Santa Catarina e São Paulo são descabidas e só refletem a forma autoritária como os governos daqueles estados conduzem a relação com os movimentos sociais, criminalizando-os.
