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Início » O MST

Poemas e Poesias



13 de março de 2010

Dirigente do MST é vítima do machismo em PE

Uma das mais combatentes e aguerridas dirigentes do MST, integrante da direção estadual de Pernambuco e coordenadora da regional Mata Norte, Luiza Ferreira, foi assassinada pelo ex-companheiro quando realizava uma assembléia no assentamento Margarida Alves, no Município de Aliança, onde era assentada.

30 de dezembro de 2009

Antes que acabe o ano

"Antes que acabe o ano / Farei uma poesia / Para dizer em versos / Que iremos renascer / Junto com o ano novo / De novo..."

23 de novembro de 2009

Sob um tempo em que algemam flores

"Quantas prisões serão necessárias para os corpos que gritam liberdade? Como a liberdade da terra aprisionada em farpas da propriedade". Poesia de Jorge Luis Ribeiro sobre perseguição a militantes do MST no Pará.

20 de outubro de 2009

Legião Rural

Senhor Deus,/ O Planeta terra que herdei foi confiscado/ E eu me consolo em vagar por um solo alheio,/ E no espelho do passado vejo a terra nascer bela e nua.

11 de setembro de 2009

Confissões do Latinfúndio

Por onde passei,/plantei/a cerca farpada,/plantei a queimada./Por onde passei,/plantei/a morte matada.

8 de setembro de 2009

MST 25 anos

Por causa de famílias exploradas/ Expulsas da terra/ A CPT começa organizar o povo/ O povo sem-terra...

28 de agosto de 2009

"Quando matam um Sem Terra"

"É o desatino fardado/armado até os dentes/até esquecem que são gente/quando estão do outro lado./E vestidos de soldado/todo o sonho dilacera/violência prolifera/tiro certeiro, fatal./Beiram o irracional/quando matam um Sem Terra". Poesia de Pedro Munhoz em homenagem a Elton Brum.

10 de julho de 2009

O Cordel da Reforma Agrária

Como disse Bertold Brecht em lições claras, atentas: “As águas que fazem o rio, não são em si turbulentas, mas, as margens que comprimem é que tornam violentas.” Já dizia Patativa nos seus versos sem zum-zum, que essa terra é desmedida e devia ser comum, [...] um taco pra cada um.

O Cordel Ecológico

Estudando o ecossistema. Vendo os estragos de perto, chegou Euclides da Cunha a dizer firme e tão certo, que o homem por natureza é um fazedor de deserto [...] Se cada um, pois, fizer sua parte, com certeza [...] Virão, então, todos povos amantes da natureza.

Campesino

Ter as mãos calejadas, do cabo das ferramentas. Sentir o sol escaldante e o aço das tormentas [...] Guerreando o granizo e o fogo das sanções, enfrento na minha enxada a ganância dos patrões [...] Ergo alto minha viola,a trombeta da vitória, executo minha toada, construindo nossa história.

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