Lutas dos acampados, assentados, pequenos agricultores, atingidos por barragens, indígenas e quilombolas.
A decisão do STF fortaleceu a compreensão de que a terra, para os povos indígenas, não é apenas um bem material, mas um espaço de sentido espiritual e místico, condição primordial a sua sobrevivência.
Mobilização popular e pressão da bancada da oposição resultou na derrubada do veto do governador Beto Richa ao projeto de lei que incentiva a implantação de um sistema de produção agroecológica.
Na manhã desta última segunda-feira (14), cerca de mil trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, organizadas pelo MST, STTR e MPA ocuparam a agência do Banco do Nordeste no Ceará.
Após três dias de estudos e debates, 4° Encontro dos Movimentos Sociais teve seu encerramento nas ruas. Mais de 2500 pessoas fizeram uma passeata pelo centro de Belo Horizonte.
Cerca de mil Sem Terra realizaram nesta terça a Jornada de Lutas por Terra, Trabalho, Moradia e Justiça no Maranhão, ao promoverem atos públicos, palestras, passeatas e o trancamento BR 222.
Após onze dias na sede do Incra, cerca de dois mil trabalhadores ligados ao MST, MTD, Movimento de Trabalhadores Acampados e Assentados e Pastoral Rural, desocuparam o órgão público.
Os cerca de 1,5 mil Sem Terra acampados na capital federal durante a Jornade de abril levaram seu apoio e solidariedade às iniciativas do governo argentino em defesa da soberania de seu povo.
Os Sem Terra que continuam acampados no Incra de Cuiabá, participaram junto com o Sintep de uma audiência com o governador Silval Barbosa. A ação é resultado da Jornada Nacional de Lutas.
Após nove dias acampados no Incra, integrantes de movimentos sociais seguiram em marcha à Governadoria do Estado da Bahia, para discutir as pautas que foram entregues ao governador.
