Lutas dos acampados, assentados, pequenos agricultores, atingidos por barragens, indígenas e quilombolas.
Os Sem Terra reivindicam maior empenho do órgão federal para desapropriação de terra, já que para o próximo período estão marcadas apenas três vistorias, insuficiente assentar mais de 2500 famílias acampadas no estado.
Durante ação de desocupação de indígenas Terena, delegado Alcídio de Souza Araújo apreende computador e gravador de jornalista. Entidades de classe repudiam ação.
cerca de 200 famílias do MST reocuparam a Fazenda Porto Seguro, no município de Serra do Salitre. Os Sem Terra sofreram um despejo violento há 15 dias e foram expulsos do local.
Para dirigente, o acampamento cumpri a função de garantir a unidade com outros movimentos sociais e fortalecer a compreensão da classe trabalhadora de se juntar na luta contra o capital.
Cerca de 3000 pessoas protestaram em repúdio ao adiamento do julgamento dos responsáveis pelo Massacre de Felisburgo e contra a homofobia e o racismo.
Para Francisco Moura do MST, “o despejo reflete a opção do governo em reprimir a luta pela soberania nacional e não querer dialogar com os trabalhadores, entregando nossas riquezas àstransnacionais”.
Entidades pedem à presidenta Dilma adiamento da rodada.
Após sofrerem despejo em menos de 24 horas de ocupação da fazenda do ex-governador e do estado da Paraíba, José Maranhão (PMDB), os Sem Terra ocuparam Incra, nesta segunda.
Neste domingo (5), cerca de 100 famílias do MST reocuparam a fazenda Amargoso, no município de Bom Conselho, região do Vale do Moxotó, em Pernambuco.
Cerca de 250 famílias Sem Terra ocuparam na manhã desta sexta-feira (3) a fazenda São Judas, situada no município de Esperantina (701 km de Palmas), na região conhecida como Bico do Papagaio.
