Cerca de 300 lavradores do MST ocuparam o prédio do Incra em Campo Grande, nesta segunda-feira. No sábado, 250 famílias ocuparam uma fazenda no município de Batayporã.
Cerca de 200 mulheres camponesas de assentamentos, acampamentos e comunidades indígenas saíram às ruas de Dourados (MS) em protesto contra o uso de agrotóxicos.
A comunidade Kaiowá Guarani foi atacada por 42 pistoleiros fortemente armados, matando o cacique Nísio Gomes, uma mulher e uma criança. Outras pessoas foram sequestradas.
Foram registrados 27 assassinatos apenas nos nove primeiros meses de 2011 -71% do total verificado no país no mesmo período. Além das 190 tentativas de homicídio, 176 suicídios e 70 conflitos.
“A Dorcelina morreu lutando. Lutando com dignidade para que um outro mundo fosse possível”, resume Marlene Oliveira, irmã de Dorcelina, assassinada com seis tiros no dia 30/10/1999, em Mundo Novo, MS.
O prêmio é promovido pela Fundação Banco do Brasil, com apoio da Unesco.
Conforme levantamento parcial do Cimi, dos 38 assassinatos de indígenas ocorridos durante este ano, 27 foram no MS. Ou seja, 71%. Em 2010, 53% dos assassinatos de indígenas ocorreram no Estado.
Familiares chegaram a tempo de ver os agressores e reconheceram que se tratava de pistoleiros, que diariamente fazem cerco a comunidade da fazenda São Luiz, em Paranhos (MS).
Fazendeiros da região de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul, atacaram violentamente mais de 125 famílias de indígenas Guarani-Kaiowá.
A sede do Incra nos municípios de Campo Grande e Dourados, no Mato Grosso do Sul, foram ocupados por trabalhadores Sem Terra.
