Um jovem de 15 anos morreu no contexto da luta pela terra Kurusu Ambá na última quarta-feira (16/12). Este é o quarto assassinato contra a comunidade em dois anos.
Os Sem Terra que participam do 24º Encontro Estadual do MST do Mato Grosso do Sul denunciam as inverdades que envolvem o duro processo de demarcação das terras indígenas no estado.
Kaiowá Guarani continuam mobilizados contra a violência de fazendeiros do Mato Grosso do Sul, onde há pouco mais de um mês foram assassinados dois professores indígenas.
Na última quinta-feira (29/10), pistoleiros atacaram um comunidade Guarani no município de Paranhos (MS). Segundo o cacique Irineu Verá, os indígenas foram agredidos com armas, balas de borracha e socos. Dois professores, Olindo e Genivaldo, estão desaparecidos até hoje.
Ataque a acampamento indígena no Mato Grosso do Sul teve participação de funcionários da Usina São Fernando, empreendimento dos grupos Bertin e Agropecuária JB, aponta relatório da Funai.
Na noite de ontem (14/9) pessoas não identificadas queimaram cerca de 35 casas de indígenas Guarani Kaiowá, da aldeia Laranjeira Ñanderu, próxima do município de Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul. Os indígenas não estavam na aldeia, pois desde o dia 11/9 foram obrigados a sair da terra por ordem judicial e estão acampados à beira da BR-163.
A Polícia Federal determinou que as 36 famílias Guarani Kaiowá da aldeia Laranjeira Nhanderu, no município de Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul, deixem o local até esta sexta-feira (11/9). Por decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, os indígenas devem ser retirados do pedaço de sua terra tradicional.
Divididos em duas colunas, os 850 Sem Terra do Mato Grosso do Sul (MS) que marcham desde o dia 9/8 chegaram nesta quinta-feira (13/8) em Campo Grande. Com o lema "Terra, Trabalho e Soberania", a VI Marcha Estadual do MS alerta sobre necessidade da Reforma Agrária para a construção de uma alternativa à crise.
