Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas
Instituída po Ministério do Trabalho e reforçada pela Portaria Interministerial 02/2011 – o cadastro dos empregadores que usam do trabalho escravo, conhecido como Lista Suja, está sendo questionado desde sua criação pela CNA.
Denúncia do procurador do Ministério Público do Trabalho Ricardo Nino Ballarini.
Entidades públicas e organizações civis realizam na última semana de janeiro atos e debates para marcar o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, no dia 28 de janeiro. STF pode julgar ação da CNA contra a lista suja do trabalho escravo.
Entre os que entraram na “lista suja” estão grupos sucroalcooleiros, madeireiras, empresários e até uma empreiteira envolvida na construção da usina hidrelétrica de Jirau.
No topo da lista está o setor pecuário, pelas más condições oferecidas aos trabalhadores nas capinadas para pastagem do gado, seguido de perto pela indústria sucroalcooleira, madeireiras e carvoarias.
O fazendeiro Avelino de Déa, dono da fazenda São Sebastião, em Itupiranga, no Pará, foi condenado a sete anos e dez meses de prisão. Em 2007, 59 trabalhadores foram libertados da fazenda.
Ao todo, 54 trabalhadores rurais viviam em condições desumanas em fazendas dedicadas à atividade pecuária bovina em Rondônia e no Acre, na região amazônica
Empregadores flagrados e incluídos no cadastro sujo do Ministério do Trabalho aumenta 65% em apenas um ano
O Assentamento Nova Conquista é projeto inédito e revela que democratização é alternativa concreta de inclusão.
A juíza Marli Lopes Nogueira atendeu a um pedido de liminar em mandado de segurança suspendendo resgate de trabalhadores em condição análoga à de escravo.
