Representando a direção nacional do MST, João Paulo Rodrigues disse que "a luta pelo acesso de negros e trabalhadores à faculdade é uma luta que unifica os movimentos do campo e da cidade." João Paulo defendeu que a universidade pública deve ser, por direito, dos estudantes de escola pública, principalmente negros e indígenas.
Os trabalhadores que colhem tomate na região do Vale do Ribeira (SP) chegam a trabalhar 14 horas por dia, sem roupas adequadas, calçados, luvas e equipamentos. A constatação é dos auditores do Ministério do Trabalho, em 21 fazendas fiscalizadas. Se as regras trabalhistas não forem cumpridas, os donos das terras serão considerados responsáveis pelos maus-tratos.
Nesta sexta-feira de carnaval (12/2), às 19h, o bloco Unidos da Lona Preta vai tomar as ruas de Jandira, em São Paulo. A concentração acontece na Comuna Urbana Dom Hélder Câmara.
Para o advogado Roberto Rainha, "a concessão da medida liminar [que concede libertade aos Sem Terra presos] sinaliza que prevaleceu o senso de justiça do Desembargador contra os interesses do agronegócio, do latifúndio e dos empresários contrários ao desenvolvimento da Reforma Agrária".
Os 20 Sem Terra que estavam sob prisão preventiva desde o dia 26/1, na região de de Iaras, acabam de ter a soltura determinada. A prisão foi suspensa pelo Desembargador Luiz Pantaleão, da 3ª Câmara Criminal do TJ/SP.
O ato, que também exige o fim da criminalização dos movimentos sociais, será realizado hoje, às 19h, na Faculdade de de Direito da USP, em São Paulo.
Existem Sem Terra presos e condenados em várias cidades do país. Convocamos os apoiadores comprometidos com a luta pela Reforma Agrária a divulgar e acompanhar esta urgente situação.
Por Marcos Antonio Pedlowski, geógrafo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense
No último sábado (6/2), a Escola Nacional Florestan Fernandes completou cinco anos com um ato político que reuniu mais de 500 apoiadores do MST em Guararema, no interior de São Paulo.
