Manifestantes ocuparam a entrada do ministério, em Brasília. Enquanto o texto é classificado por diversos especialistas como um desastre, bancada ruralista pede sua aprovação o quanto antes.
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Após pressão dos movimentos sociais do campo, da agricultura familiar e das entidades ambientalistas, os líderes da Câmara dos Deputados adiaram a votação do Código Florestal para março.
Mercantilização permitirá que áreas se transformem em títulos especulativos.
Acordo entre líderes permite a incorporação de emendas sem conhecimento do plenário. “O Brasil, exceto a CNA e poucos senadores, não sabe o que foi aprovado".
50 congressistas receberam R$ 15 milhões para financiar campanha.
Nova redação do Código Florestal deixa área do tamanho de dois estados de São Paulo vulnerável. Especialistas defendem que biomas como a Amazônia deveriam ter um Código Florestal próprio.
Um crime de lesa humanidade, pois a ocorrência de pastos nas APPs desrespeita um dos mais básicos fundamentos das ciências agrárias e da economia socioambiental.
CNBB afirma que mudança no Código Florestal “não representa equilíbrio entre conservação e produção, mas uma clara opção por um modelo de desenvolvimento que desrespeita limites da ação humana”.
Cerca de 200 pessoas participaram de audiência pública sobre as mudanças no Código Florestal e o uso excessivo de agrotóxicos no Brasil, na Assembleia Legislativa do estado de Pernambuco.
