Leia artigo de José Eli da Veiga, professor da pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da USP (IRI/USP), contra as mudanças no Código Florestal.
Promotora do MP-SP Cristina de Araújo Freitas afirma que o relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) contraria o princípio constitucional de defesa do meio ambiente.
"Mesmo com apresentações de nossos resultados realizadas no Congresso, têm prevalecido interesses setoriais que tentam nos desqualificar, principalmente com argumentos de que chegamos tarde".
Os debates evidenciaram duas propostas distintas de produção familiar: a defesa da agroecologia e utilização sustentável de recursos, e uma agricultura mais tecnificada e integrada ao mercado de commodities.
Representantes de diversas entidades, ligadas a preservação do meio ambiente, e também, os interessados com a configuração do texto do novo Código Florestal, que tramita no Senado, estiveram presentes.
O MP apontou diversos impactos negativos das mudanças propostas. As amostras indicam, por exemplo, a possível perda de proteção de áreas que, somadas, equivalem ao território de Serra Negra, no interior paulista.
"É preciso separar o joio do trigo no Código Florestal”
Ato reuniu ambientalistas, artistas, estudantes, sindicalistas e políticos contra mudanças no Código Florestal.
A votação do relatório sobre o projeto de reforma do Código Florestal Brasileiro (PLC 30/2011) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado ficou para a próxima semana.
Risco de cheias, de assoreamento de rios, de erosões, além do impacto evidente nas nossas florestas, que possuem uma nobre e essencial função: a de absorção do dióxido de carbono.
