Advogados, professores, estudantes e trabalhadores rurais apoiadores do MST criaram o Fórum de Apoio e Defesa da Reforma Agrária de Parauapebas e região da grande Carajás no Pará.
O Movimento reivindica a desapropriação da fazenda. Terras são griladas e improdutivas.
O Ministério Público Estadual, ao detectar sintomas de erros no EIA/RIMA, garante o seguinte: “vai determinar abertura de inquérito policial para investigar a veracidade dos dados do EIA/Rima do terminal de grãos da Cargill em Santarém."
DENÚNCIA- O trabalhador rural e militante do MST Edílson Celestino foi preso por duas horas e meia pela Polícia Militar. O advogado da CPT, José Batista, classificou a prisão como ilegal.
Leia nota da CPT que denuncia esforço da Cargill para garantir do governo do Estado do Pará uma licença para o funcionamento de porto construído ilegalmente em Santarém, no Pará.
Pedido de vista interrompeu o julgamento do habeas corpus em que o coronel da PM do Pará Mário Colares Pantoja pede a nulidade do processo que o condenou a 228 anos de reclusão.
A Polícia Civil do Pará, em conjunto com pistoleiros, invadiu o acampamento Quintino Lira, no município de Santa Luzia do Pará, e fizeram um despejo truculento de 200 famílias.
Pistoleiros fortemente armados cercam neste momento 200 famílias Sem Terra que ocuparam na madrugada desta sexta feira fazenda Cambará, de propriedade do deputado federal Josué Bengston – PTB-PA, no município de Santa Lúcia do Pará, a 200 km de Belém.
O MST do Pará denuncia a ação arbitrária da Polícia Militar e Polícia Civil do município de Santa Luzia do Pará, a cerca de 200 km de Belém.
O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, foi condenado no final da noite de ontem em Belém (PA) a 30 anos de reclusão por ter mandado matar a missionária Dorothy Stang, há cinco anos. Com isso, Bida continua sendo o único mandante de crime agrário a estar preso no Pará.
