A Justiça gaúcha suspendeu, em caráter liminar, a cobrança de royalties sobre a comercialização da safra de soja transgênica cultivada com base na tecnologia RR, da Monsanto.
A mobilização cobra a criação de assentamentos nas áreas ocupadas e pautas gerais do movimento, como a demanda por infraestrutura nos assentamentos.
Acampados ocupam áreas que foram destinadas à Reforma Agrária mas que não tiveram nenhum ajuda a mais do governo. As ações acontecem na Fepagro, em Eldorado, em Charqueadas e Taquari.
As trabalhadoras reivindicam a liberação de recursos pelo Ministério da Fazenda para a desapropriação de terras e para resolver os problemas das famílias camponesas com a seca.
O protesto acontece com a abertura do pedágio de Guaíba, que libera os motoristas dos veículos para passar sem pagar o pedágio. As trabalhadoras exigem que a presidenta Dilma Roussef vete as mudanças aprovadas no Congresso no Código Florestal.
Em protesto contra a não liberação de recursos dos governos federal e gaúcho para agricultores atingidos pela seca, trabalhadores promovem diversos protestos no estado.
Governador elogiou a atuação dos sem terra que souberam atuar e pressionar o estado para que suas demandas fossem atendidas. Serão destinados R$ 130 milhões para assentar mil famílias.
As famílias que mantêm ocupada a área da Fepagro, em Eldorado do Sul, foram chamadas nesta segunda pelo Incra e governo do estado para mais uma tentativa de negociar a saída pacífica.
O projeto Casa da Leitura do assentamento Filhos de Sepé, em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre é um dos finalistas do Prêmio Fato Literário, concurso que premia projetos na área da cultura.
