[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Letra Viva
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Especial

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

Veta tudo Dilma: em defesa do Código Florestal

Jornal


Grandes transformações no campo abrem a perspectiva do MST se reposicionar na luta de classes

Início » Especiais e Campanhas » Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária 2010

MST faz ato por educação em SP

Número: 
36
Abr
2010

Aproximadamente 150 estudantes, entre crianças, jovens e adultos, se mobilizaram em frente à Secretaria Estadual de Educação, no centro de São Paulo, na tarde desta terça-feira (20/4). Duas salas de aula foram montadas e atividades pedagógicas estão sendo desenvolvidas com os Sem Terra.

A manifestação tem por objetivo protestar contra o fechamento das escolas nas áreas de assentamento. Somente neste ano, quatro escolas foram fechadas no estado de São Paulo. Segundo Simone Tomaz, da direção estadual do MST, "numa das escolas fechadas em Promissão, os pais só souberam que havia fechado a escola no primeiro dia de aula, pois as crianças da educação infantil foram transferidas para um barracão, que pertence ao Incra, cuja finalidade era de ser um entreposto de vendas da produção do assentamento". O governo alega que o número de estudantes das escolas é insuficiente e, por isso, os estudantes estão sendo transferidos para outras escolas na cidade. "A Lei de Diretrizes de Base para a educação do campo garante que a quantidade de estudantes por sala não é o fator principal para a manutenção da escola nas áreas de assentamento", argumenta Simone Tomaz.

Os manifestantes também reivindicam do governo estadual construção de novas escolas em áreas de assentamentos, melhorias de infra-estrutura das escolas já existentes, abertura de salas de educação de jovens e adultos, melhoria das condições do transporte escolar e das estradas de acesso às escolas e reabertura das escolas que foram fechadas. Uma pauta de reivindicações foi protocolada e os Sem Terra esperam ser recebidos pelo secretário Paulo Renato Souza.

Assista abaixo ao vídeo da atividade:

Texto: Camila Bonassa

‹ MST discute reivindicações com governo federal nesta terça acima MST faz ação na Justiça Federal no Norte Fluminense ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]