[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • Sobre o MST
    • Linhas políticas
    • Nossas lutas
    • Quem Somos
    • Organização
    • Poemas e Poesias
    • Lutadores e Lutadoras do Povo
    • Notas do Movimento
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Acampamento e Assentamento
    • Agricultura
    • Agrocombustíveis
    • Amazônia e Meio Ambiente
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Monoculturas
    • Transgênicos
    • Violência
    • Projeto Popular
  • Audiovisual
  • Especiais
  • Mural
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • RSS

Buscar

Revista

Fev/Mar - 2010
54

Jornal

Mar - 2010
301

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim
Leia a edição:

Na luta comemoramos os 100 anos do 8 de março

Início » Especiais e Campanhas » Jornada de Lutas das Mulheres Sem Terra 2008

Em Rondônia, mulheres marcham até distribuidora de energia

Cerca de 300 mulheres da Via Campesina estão em marcha até as Centrais Elétricas de Rondônia S.A (CERON), em Porto Velho, para fazer uma entrega coletiva das autodeclarações que garantem a Tarifa Social de energia para as famílias que consomem até 140 kwh por mês (limite regional de Rondônia). O ato faz parte da jornada de lutas do Dia das Mulheres. Confira outras ações no Especial 8 de Março.

A manifestação também denuncia o subsídio energético dado às empresas e multinacionais pela Eletronorte, que é a principal acionista da CERON. A Alcoa e a Vale possuem indústrias de alumínio e ferro no norte do país (a Alumar e a Albrás) e, desde 1984, recebem energia subsidiada (a preço real de custo) da Eletronorte. Com a renovação dos contratos, a Alcoa e a Vale pagarão, respectivamente, R$45 e R$33 pelo MW, até 2024. Enquanto isso, a tarifa média anual paga pelas famílias da região norte é de R$ 262,78 pelo MW (sem os encargos), segundo pesquisa do Dieese.

“Enquanto as empresas lucram, muitas famílias não têm acesso à energia elétrica, por falta de infra-estrutura ou por não poderem pagar. É por isso que vamos fazer a entrega das autodeclarações, para que essas famílias tenham, pelo menos, um desconto na conta de luz”, declarou Josivaldo Alves da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Desde maio do ano passado, uma liminar expedida pelo Tribunal Regional Federal garantiu que todas as famílias que consomem até 220 kwh/mês de energia elétrica, podem receber os descontos referentes à Tarifa Social Baixa Renda na conta de luz, sem precisar estar cadastrado em qualquer programa social do governo. Para isso, basta entregar uma autodeclaração na distribuidora de energia elétrica da região. Por falta de informação e divulgação da liminar, muitas pessoas não estão usufruindo desse benefício, que pode chegar a ajudar 18 milhões de famílias.

‹ Documento Comprova Estratégia da Stora Enso para "driblar" lei brasileira acima Embaixador da Suíça pede desculpas à viúva de Keno ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST no exterior:


Expediente

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]