[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

BALANÇO: DEVER CUMPRIDO E COMPROMISSO COM AS LUTAS

videoteca

 

 

Jornal


Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas

Início » Especiais e Campanhas » Jornada de Lutas das Mulheres Sem Terra 2008

Documento Comprova Estratégia da Stora Enso para "driblar" lei brasileira

A estratégia da empresa sueco-finlandesa Stora Enso para adquirir terras na faixa de fronteira brasileira, utilizando uma empresa “laranja”, está comprovada numa troca de correios eletrônicos entre o advogado da empresa Valdo Cestari de Rizzo e João Borges, diretor florestal da empresa, e Otávio Pontes, vice-presidente da Stora Enso para América Latina.

No item 3 (página 1) do correio, o advogado alerta que a aquisição de terras na faixa de fronteira só é possível mediante o consentimento do Conselho de Defesa Nacional. No item 3.3. (página 2), o autor considera a situação é “fonte de enorme insegurança jurídica”.

Assim, no item 4 (página 2), especialmente no item 4.2, sugere a mudança de estratégia: as terras não seriam mais compradas em nome da Derflin (subsidiária da Stora Enso), mas da Azenglever Agropecuária Ltda, cujo capital seria supostamente detido por pessoas físicas brasileiras, mas na prática adquirirá terras para empresa sueco-finlandesa, sem precisar autorização da lei brasileira e do Conselho de Defesa Nacional.

Cerca de 50 fazendas, totalizando mais de 45 mil hectares já estão registradas em nome da Agropecuária Azenglever.

Confira os documentos:

página 1

página 2

página 3

página 4

‹ Direitos Humanos repudia ação policial no RS acima Em Rondônia, mulheres marcham até distribuidora de energia ›
  • Versão para impressão

Bookmark and Share

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]