[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Poemas e Poesias
    • Notas oficiais
    • Lutadores e Lutadoras do Povo
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
    • Violência e criminalização
  • TV MST
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apóio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • RSS

Especial

Ago - 2010
39

Buscar

Conteúdo relacionado

Em defesa da democracia e do MST
Cutrale usa terras griladas em São Paulo
Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária
Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais
Nota de esclarecimento sobre os recentes acontecimentos

Revista

Fev/Mar - 2010
54

Jornal

Jul/Ago - 2010
305

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim
Leia a edição:

Participe da luta pela reforma agrária

Início

Assassinato de Keno completa dois anos

21 de outubro de 2009

Há exatos dois anos, o trabalhador rural Valmir Mota de Oliveira, o Keno, foi executado por uma milícia armada no Centro Experimental da transnacional Syngenta, no Paraná. O crime aconteceu no acampamento Terra Livre, em Santa Tereza do Oeste, quando o movimento denunciou a realização de experimentos ilegais com sementes de milho transgênico em zona de amortecimento, prática vedada pela Lei de Biossegurança.

Mesmo após a morte de Keno, as ameaças aos agricultores e à soberania alimentar do país continuam. A manutenção do latifúndio, o uso de milícias armadas, a dependência financeira causada pelas sementes transgênicas e o alto uso de agrotóxicos no campo evidenciam um modelo de desenvolvimento monopolista e violento.

Por essas questões, diversas organizações decidiram transformar o dia 21 de outubro em uma data para celebração da luta pela vida e contra os transgênicos, sendo um dia de resistência às violações aos direitos humanos promovidas pelas empresas transnacionais.

Em homenagem à memória de Keno, os trabalhadores do MST realizam na tarde desta quarta-feira (21/10) um Ato Ecumênico no acampamento 1º de Agosto, em Cascavel. Durante a manhã, no Rio Grande do Sul, os movimentos sociais organizaram uma manifestação contra os alimentos transgênicos, com a coleta de assinaturas da população contra a liberação do plantio de transgênicos no Brasil e no mundo.

Também em celebração à causa, será inaugurado no próximo dia 14 de novembro o Monumento em Memória de Valmir Motta de Oliveira - Keno. A inauguração irá encerrar os trabalhados do IV Congresso Brasileiro de Agroecologia e II Congresso Latino-Americano de Agroecologia, que acontecerão em Curitiba de 9 a 13 de novembro.

Transnacionais agravam violência no campo

Detentora de 19% do mercado de agroquímica e terceira empresa com maior lucro na comercialização de sementes no mundo, atrás apenas da Monsanto e da Dupont, a Syngenta, junto a outras transnacionais, agrava o cenário
de violência no campo com a imposição de um modelo industrial de agricultura baseado na monocultura, na super exploração do trabalhador, na degradação ambiental, na utilização de agrotóxicos e na apropriação privada de recursos naturais e genéticos.

As empresas transnacionais são um novo elemento para a análise de conflito no campo. Assim como no caso da morte de Keno, é cada vez mais comum a contratação, pelas transnacionais, de empresas de segurança que exercem o papel de milícias armadas e da pistolagem no campo. Embora muitas estejam licenciadas pela Polícia Federal, estas empresas têm servido para encobrir a imagem e a responsabilidade das transnacionais na violação de direitos individuais. Dados do MST afirmam que, desde 2005, foram mortos 18 militantes do movimento e 87 foram presos.

Estudo da Secretaria Especial de Direitos Humanos aponta que em todos os estados onde está o MST, existem militantes ameaçados de morte.

Segundo dados da CPT - Comissão Pastoral da Terra – sobre a questão agrária, de janeiro a junho de 2009 foram 12 assassinatos, 44 tentativas de assassinato, 22 ameaças de morte, seis pessoas torturadas e 90 presas em todo o Brasil. Os responsáveis pela morte do Keno ainda não foram punidos. A Syngenta não foi responsabilizada pelo assassinato e, apesar de suas práticas sócio-ambientalmente predatórias, continua exercendo monopólio sobre o setor agrícola brasileiro.

  • Nacional
  • Paraná
  • Transgênicos
  • Violência e criminalização

Amigos do MST no exterior:


Expediente

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]