[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Letra Viva
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Especial

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

Veta tudo Dilma: em defesa do Código Florestal

Jornal


Grandes transformações no campo abrem a perspectiva do MST se reposicionar na luta de classes

Início » Especiais e Campanhas » Jornada de Luta pela Reforma Agrária

Sem Terra voltam a ter água em ocupação em Pernambuco

O juiz substituto da 8° Vara Federal de Petrolina determinou na última sexta-feira, 27, que a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) mantenha o abastecimento de água para as 2.500 famílias Sem Terra acampadas no Projeto Pontal Sul, sob pena de punição dos diretores da companhia.

A área foi ocupada pelo MST no último dia 14. Desde então, o diretor de Desenvolvimento da Codevasf, Clementino Coelho, determinou o desligamento das bombas que forneciam água ao canal, deixando as famílias sem água. Depois de reunião de negociação entre Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Codevasf, Governo do Estado, CHESF e MST, ficou acertado que, enquanto as bombas não fossem religadas, a Codevasf forneceria água aos acampados com carros pipa.

No entanto, no dia 24, o diretor da Codevasf determinou, por meio de comunicado oficial, a suspensão do fornecimento de água ao acampamento com o objetivo de enfraquecer o acampamento e “operacionalizar a utilização do aparato policial” para a realização do despejo. Em protesto ao corte do abastecimento, no dia 25, as 2.500 famílias bloquearam a BR 428.

Com a liminar, a Codevasf fica impedida de se utilizar desse instrumento de pressão contra as famílias acampadas. A medida judicial entende que privar as famílias de água potável é uma violação aos direitos fundamentais dessas famílias.

Esse mesmo juiz determinou, no ultimo dia 23, a reintegração de posse do Projeto Pontal Sul. Na próxima quarta-feira, dia 2, haverá uma reunião de negociação em Brasília entre MST, Incra e Codevasf. Até lá qualquer ação de despejo na área está suspensa.

‹ Sem Terra trancam rodovia e ocupam Incra em Promissão acima Trabalhadores Sem Terra deixam área em Nova Santa Rita ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]