[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Letra Viva
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Especial

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

Veta tudo Dilma: em defesa do Código Florestal

Jornal


Grandes transformações no campo abrem a perspectiva do MST se reposicionar na luta de classes

Início » Especiais e Campanhas » Jornada de Luta pela Reforma Agrária

Globo defende grileiro de terras públicas no Paraná

A Rede Globo, através de sua afiliada no Paraná RPC, perdeu totalmente o pudor, ontem, dia 16, em matéria veiculada na primeira edição do Paraná TV, ao defender o grileiro de terra pública e acusado de formação de milícias armadas no Paraná, Tenente-Coronel Waldir Copetti Neves.

Em nota, o MST-PR afirmou que a atuação da empresa extrapolou até mesmo sua “posição ideológica claramente conservadora” ao noticiar “prazeirosamente” que as famílias acampadas na área de Neves seriam despejadas e que os comandantes da Polícia Militar seriam presos caso não cumprissem a decisão judicial.

Em uma edição totalmente parcial a TV omitiu informações sobre quem é Copetti Neves, enfocando o problema social como caso de polícia. A emissora também não mencionou que a área, onde 200 famílias do MST estão acampadas desde 2005, é pública e pertence à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Lá os trabalhadores estão produzindo alimentos para a subsistência, sem a oposição da Embrapa, verdadeira proprietária da área.

Formação de milícia armada

Neves foi preso em 6 de abril de 2005, pela “Operação Março Branco”, acusado de formar uma organização criminosa para cometer violência contra agricultores Sem Terra, através de milícias armadas. Ele se apossou de parte de uma área pertencente a Embrapa, chamada fazenda São Francisco, alegando que a comprou de terceiros. Em seguida, ingressou com “Ação de Usucapião”, mas teve o pedido negado, pelo fato de o patrimônio público não ser suscetível à usucapião, conforme Constituição Federal.

O juiz de Ponta Grossa, em desconformidade com o entendimento do Poder Judiciário, determinou o cumprimento da reintegração de posse, para repassar a área a Neves, que não é proprietário e nem tem a posse da mesma, caracterizando uma aberração jurídica.

‹ Famílias são ameaçadas por pistoleiros em ocupação no Pará acima Governadora indeniza mutilados no massacre em Carajás ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]