[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

BALANÇO: DEVER CUMPRIDO E COMPROMISSO COM AS LUTAS

videoteca

 

 

Jornal


Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas

Início

Keno

10 de julho de 2009

Por Elcir Zen (James)*

De um lado encontra-se o sonho da Terra Livre
Do outro, a terra cercada em cativeiro
Os que sonhavam estavam de fora
A terra prisioneira de poucos que estavam dentro
Os de fora ousaram entrar
Os de dentro alvoroçam
Lá dentro; festa da liberdade
Lá fora emboscada, conluio

Keno altivo e sereno
Sorria a vitória da terra
A Terra Livre é liberdade
O povo sofrido é acolhido
Na liberdade do que libertará
Assim era sua sina
Um homem de fé
Um homem de verdade

O outro. Covarde!
Aprisiona e mata
Esguia-se no ódio
Carrasco do lodo fétido
Ser sem alma
Mata a sangue frio
Herói da matilha,
de Hienas funestas.
Fanfarrão da desgraça!

Enquanto nosso Keno nos protegia
O outro na espreita
Aquele em defesa do povo
Esse, de longe cingia sua insana

A natureza se encolheu em tristeza
Nuvens escuras cobriam a luz, trovoava!
O povo corria em grande desespero
Alvejavam morte em rajadas dispersas
Mas jamais contavam com a força da terra
Estava lá, Keno guerrilheiro
Comandante de vida
Na defesa do povo
Um homem livre vale mais que o canhão
De muitos covardes a serviço do cão!

A empresa da morte
Derrotada pela força da vida
Chorou seu povo a grande perda
Keno tombou!
O Latifúndio e a morte, unidos
Vencidos pelo líder que semeou homens na Terra Livre
Seu sangue regou o chão
Mas antes de ir ao encontro de Guevara
Sua voz ecoa no campo
“Vão! Porque estamos com Deus!”

* Acadêmico de Direito (UNIOESTE) - Outubro de 2007.

  • Poemas e Poesias

Bookmark and Share

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]