[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Letra Viva
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Especial

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

Veta tudo Dilma: em defesa do Código Florestal

Jornal


Grandes transformações no campo abrem a perspectiva do MST se reposicionar na luta de classes

Início » Especiais e Campanhas » Massacre de Eldorado dos Carajás: 10 anos de mortes e impunidade

Na Venezuela, camponeses protestam contra impunidade

Camponeses da Frente Nacional Camponesa Ezequiel Zamora (FNCEZ) e Sem Terra brasileiros se mobilizaram juntos ontem em Caracas, capital da Venezuela, para lembrar o Dia Internacional de Luta Camponesa. Eles fizeram um ato em frente à Embaixada do Brasil para denunciar a impunidade em relação ao Massacre de Eldorado dos Carajás (PA), em que 19 trabalhadores rurais foram assassinados.

Para Simón Uzcátegui, integrante da direção nacional da FNCEZ, o ato tinha como objetivo “chamar a atenção a todos os governos a favor de uma oligarquia do capitalismo”. “Nós lutamos por terra, Reforma Agrária e por uma vida digna. Estamos lutando pelo futuro da humanidade. Em toda a América Latina e no mundo se está utilizando o mecanismo do assassinato dos camponeses pelos latifundiários”, disse.

Jane Silva, integrante do MST do Pará, participou da mobilização e lembrou a ausência do Estado no tratamento dos 69 Sem Terra feridos. “Até hoje não há apoio quanto à saúde. Há pessoas que têm balas na cabeça e estão impedidas de trabalhar. Uma parte de suas vidas foi tirada naquele dia”, afirmou.

‹ Moção do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp acima No sudeste do Pará, o abril é azul ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]