[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • Sobre o MST
    • Linhas políticas
    • Nossas lutas
    • Quem Somos
    • Organização
    • Poemas e Poesias
    • Lutadores e Lutadoras do Povo
    • Notas do Movimento
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Acampamento e Assentamento
    • Agricultura
    • Agrocombustíveis
    • Amazônia e Meio Ambiente
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Monoculturas
    • Transgênicos
    • Violência
    • Projeto Popular
  • Audiovisual
  • Especiais
  • Mural
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • RSS

Buscar

Revista

Nov/Dez - 2009
53

Jornal

Dez - 2009
299

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim
Leia a edição:

Balanço e desafios para um novo ano

Início

Morte de operário da Gerdau segue sem resposta

4 de abril de 2007

Luiz Renato Almeida
Agência Chasque

Mais de um mês depois da morte do funcionário da Gerdau na Bahia, Gilberto Toledo Pires de Almeida, a família da vítima reclama da falta de informações por parte da empresa e dos órgãos governamentais.

Gilberto Almeida tinha 27 anos, e morreu no dia 21 de fevereiro, vítima de uma explosão dentro de um forno da siderúrgica Gerdau Usiba, no município baiano de Simões Filho. A mesma fábrica já havia registrado a morte de um trabalhador, em 2005.

O pai da vítima, que também se chama Gilberto Almeida, afirma que até o momento não foi concluído o inquérito policial. Ele diz também não ter recebido nenhuma informação sobre o caso da Delegacia Regional do Trabalho, do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador (Cesat), nem da própria empresa. “Até agora eu não tenho nenhuma informação, nenhum relatório da DRT, nem do Cesat, nem da própria Gerdau, nem da polícia. Está tudo parado”, afirma.

A DRT chegou a interditar o forno no final de fevereiro, porque a empresa não havia apresentado a documentação exigida pela fiscalização. No dia 8 de março, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) denunciou que a Gerdau não estava oferecendo condições de segurança para os trabalhadores da unidade.

O pai do funcionário morto diz que está se sentindo desrespeitado pela empresa. “A questão não é o seguro, mas o respeito que não tiveram com a gente. O rapaz foi enterrado na quarta-feira e, na segunda-feira, chegou uma mulher da Gerdau na minha casa, pedindo que a gente assinasse a rescisão do contrato”, relata.

Gilberto Almeida critica o fato de o mesmo forno ter sido religado, uma semana depois do acidente, tendo acontecido outra explosão, sem vítimas. Ele acusa a empresa de não tomar medidas de segurança.

Procurada nesta terça-feira, a assessoria de imprensa da Gerdau informou que mantém contatos com a família do funcionário e que realiza cursos de segurança no trabalho. A assessoria prometeu enviar um posicionamento por escrito, o que não foi realizado até o fechamento da reportagem.

Amigos do MST no exterior:


Expediente

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]