[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

BALANÇO: DEVER CUMPRIDO E COMPROMISSO COM AS LUTAS

videoteca

 

 

Jornal


Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas

Início

Via Campesina lança cartilha sobre monocultura do eucalipto

13 de junho de 2006

Por Raquel Casiraghi
Fonte Agência Chasque

A Via Campesina lançou ontem na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a cartilha "O Latifúndio dos Eucaliptos". No documento, constam informações sobre a história e as características biológicas do pinus, do eucalipto e da acácia negra, os malefícios trazidos pela monocultura destas árvores e a poluição gerada na produção do papel branco.

A relação entre as empresas que hoje chegam ao Rio Grande do Sul também é analisada na cartilha. Frei Sérgio Görgen, deputado estadual do PT, aponta que a Aracruz, a Votorantim e a Stora Enso são acionárias entre si. Fato que, para o parlamentar, aumentará a concentração de terras no estado.

"Também é desconhecido à opinião pública que as três empresas, na verdade, trata do mesmo grupo de acionários. A Votorantim é sócia da Aracruz, com 28% do capital. Por sua vez, a Stora Enso e a Aracruz têm ações na Veracel, cada uma com 50%. As multinacionais do eucalipto é o típico 3 em uma. Por isso é que elas dividiram o Estado do Rio Grande do Sul, cada uma com território pré-definido compartilhando tecnologia e informações entre si", relata.

Christiane Campos, do MST, destaca a importância do documento a fim de mostrar para a sociedade gaúcha os prejuízos causados pelo plantio em larga escala destas árvores.

"A ação das mulheres da Via Campesina não foi gratuita, ela teve motivações muito sérias. E à medida que as pessoas forem saindo do debate da forma da ação e forem entrando no debate do conteúdo da ação, a gente acredita que os movimentos sociais irão contribuir muito para a resistência da população brasileira a esse modelo de desenvolvimento calcado na monocultura, na agressão ao meio ambiente", argumenta.

Além dos movimentos sociais que compõem a Via Campesina, estiveram presentes no lançamento o deputado federal pelo PT Adão Pretto, pesquisadores e entidades que apóiam a campanha contrária às monoculturas, como a Marcha Mundial de Mulheres.

Baixe a cartilha em PDF


Bookmark and Share

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]