[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

BALANÇO: DEVER CUMPRIDO E COMPROMISSO COM AS LUTAS

videoteca

 

 

Jornal


Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas

Início

A história envenenada dos agrotóxicos

30 de agosto de 2010


Por Gustavo Duch Guillot
Do Galicia Hoxe,/ Espana

Uma parte da História não é contada nos livros escolares.

As bibliotecas esqueceram dela, que somente enche as páginas dos registros de óbitos.

As corporações responsáveis por eles – as fábricas de agrotóxicos – estão tranquilasenquanto suas poções para o cultivo de alimentos são irrespiráveis, e sem respirar não se vive.

Abaixo, vejas as passagens ignoradas:

Guerra Civil nos Estados Unidos- A maior fornecedora de pólvora para o Exército da União foi a DuPont. A DuPont, inventora dos CFC (substâncias daninhas para a camada de ozônio) hoje continua com os negócios químicos. É dona da Pioneer, uma das produtoras de sementes transgênicas resistentes aos agrotóxicos, especialmente ao glifosato.

Segunda Guerra Mundial- O gás Zyklon B, que era utilizado nas câmaras de extermínio nazistas, era um inseticida fabricado pela IG Farben. Milhares de seres humanos souberam disso. A herança da IG Farben foi repartida entre Bayer, Basf e Hoechst. Tudo, exceto as responsabilidades penais.

1945- Enquanto a bomba atômica mutilava Hiroshima, no Japão, um navio americano também viajava para o país. Em seus compartimentos de carga, transportava agrotóxicos. A guerra em que seriam estreados teve que aguardar. O “agente laranja” destruíu milhões de hectares de florestas e cultivos na guerra do Vietnã. Somente os soldados americanos afetados pelos efeitos cancerígenos do veneno da Dow Chemical e Monsanto receberam indenizações.

1984- A fábrica de pesticidas da Union Carbide em Bophal, na Índia, cuspiu veneno e mais de 10 mil pessoas morreram em poucos dias. Outras 15 mil morreram nos anos seguintes e mais de 100 mil continuam com problemas de saúde. A Dow Chemical, que comprou a Union Carbide, tinha aprendido o negócio: a transação não incluiu a responsabilidade sobre o acontecido.

1989- Os Estados Unidos proibiram o uso do agrotóxico Nemagon. A Dow Chemical, sua produtora, sabia dos seus efeitos sobre a saúde das pessoas, mas prolongou a venda nas plantações da América Central. Somente na Nicarágua morreram mais de 1400 trabalhadores e trabalhadoras expostos ao veneno.

2010- Fecha-se o círculo. Uma revista científica publica um estudo que demonstra que malformações observadas em humanos são compatíveis com a exposição ao glifosato durante a gravidez. Mas a substância continua em expansão na soja transgênica, devota do glifosato de companhias como a Monsanto, DuPont ou Bayer.

Os bancos da justiça (des)esperam.

(Tradução do espanhol: Renzo Bassanetti, da fonte http://gustavoduch.wordpress.com/2010/08/25/una-incompleta-y-envenenada-...)

  • Agrotóxicos
  • Agronegócio

Bookmark and Share

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]