[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Letra Viva
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Especial

Informativo Letra Viva

Cadastre-se para receber o boletim

Veta tudo Dilma: em defesa do Código Florestal

Jornal


Grandes transformações no campo abrem a perspectiva do MST se reposicionar na luta de classes

Início » Especiais e Campanhas » Jornada pela Soberania Alimentar 2008

Manifestantes são reprimidos com violência no RS

Bombas de gás lacrimogênio, cassetetes e balas de borracha. O cenário que já se tornou comum no Rio Grande do Sul repetiu-se nesta quinta-feira (16/10). Desta vez, a Governadora do Rio Grande do Sul tentou impedir que os dez mil manifestantes da 13ª marcha dos Sem e da Jornada de lutas por Soberania Alimentar realizassem um ato na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini.

Após marcharem desde o Parque da Redenção, no centro da cidade, os manifestantes foram impedidos de entrarem na praça que reúne os três poderes gaúchos. Dezessetes pessoas ficaram feridas na ação da Brigada Militar, novamente coordenada pessoalmente pelo Comandante Paulo Mendes.

Apesar da ação policial, movimentos sociais e sindicais conseguiram entrar na praça, após uma negociação entre parlamentares e o Governo do Estado. "Aqui são todos trabalhadores, não tem nenhum bandido, não tem nenhum corrupto, pena que não podemos dizer o mesmo de quem está aí dentro deste palácio", discursou Celso Woyciechowsk, presidente estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

"Com a violência, eles querem que o povo não lute, que não volte aqui, mas é o contrário, temos que lutar cada vez mais e mais" declarou Flavio Vivian, do Movimento dos Pequenos Agricultores. Vivian foi um dos feridos em 11 de junho passado em um ato contra a corrupção no Governo Yeda, quando dezenas de pessoas foram feridas e dez manifestantes presos. O agricultor permaneceu uma semana internado com lesões no pulmão e hemorragia interna.

Além do ato, a Jornada de Lutas na capital gaúcha também foi marcada por protestos em frente ao supermercado Nacional/Wall-Mart, pelo seminário sobre a Crise do Preços dos Alimentos, pelo encerramento do jejum de educadores da Reforma Agrária e pelo ato dos servidores públicos contra as fundações privadas.

O ato foi encerrado em frente ao Palácio Piratini com a palavra de ordem de "Fora Yeda". A Governadora tucana e os integrantes de seu governo são investigados pelo Ministério Público ou pela Polícia federal por desvios no DETRAN, na PROCERGS, na Lei de Incentivo à Cultura, por receberem "mensalões" de empresas e por irregularidades na campanha eleitoral de 2006.

‹ MST se reúne com Incra para discutir assentamento Otaviano no ES acima Mulheres da Via Campesina liberam pedágios no Paraná ›
  • Versão para impressão

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]