[Skip Header and Navigation] [Jump to Main Content]
Início

  • Início
  • O MST
    • Quem Somos
    • Nossas bandeiras
    • Organização
    • Linhas políticas
    • Notas oficiais
    • Lutadores do povo
    • Poemas e Poesias
    • Jornal Sem Terra
    • Revista Sem Terra
  • Nossa Produção
  • Biblioteca
    • Agricultura camponesa
    • Agronegócio
    • Direitos Humanos
    • Educação, Cultura e Comunicação
    • Lutas e mobilizações
    • Internacional
    • Meio Ambiente
    • Projeto Popular
    • Reforma Agrária
    • Transgênicos
  • Vídeos
  • Especiais
  • Mural
  • Eu apoio o MST
  • Loja da Reforma Agrária
  • Indicamos
  • Fale Conosco
  • Assine o Jornal Sem Terra
  • Expediente
  • RSS
  • Facebook
  • Twitter

Jornal


Com ocupação do Ministério da Fazenda e ações em 20 estados, Via Campesina consegue conquistas

Início » Jornal Sem Terra » Jornada garante continuidade dos cursos para Sem Terra

Vamos cobrar a Reforma Agrária prometida

Na trajetória histórica do MST, ao longo dos 25 anos, vivenciamos um processo de enfrentamento com o latifúndio, principalmente através das ocupações realizadas por milhares de famílias sem-terra. Ao mesmo tempo, ações como as ocupações de terra e prédios públicos, além das marchas colocaram em pauta a discussão da Reforma Agrária. Dessa maneira, sempre apresentamos ao governo federal questões necessárias para que haja uma política de Reforma Agrária em nosso país.

Durante o primeiro mandato do Governo Lula havia uma expectativa de garantir o assentamento de 1 milhão de famílias sem-terra, a partir do Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA), haja vista seu compromisso no período de campanha, afirmando que a Reforma Agrária seria uma das primeiras cinco reformas que faria em seu governo. Porém, com as eleições ganhas, o governo fez o opção pelo agronegócio e o PNRA não se implementou, ou seja, a Reforma Agrária, mais uma vez, ficou de lado, e saiu da pauta política do governo.

No entanto, a Reforma Agrária não saiu da pauta de luta do Movimento Sem Terra. Se o governo não acredita nela, o MST continua acreditando que é uma das saídas para os trabalhadores sem-terra e para a maioria da sociedade brasileira. Somente uma política de Reforma Agrária poderia garantir alimentos saudáveis e baratos na mesa dos brasileiros, garantir empregos, educação, saúde, enfim, condições dignas de vida.

Nesse sentido, estamos preparando mais uma jornada de lutas. Pois acreditamos que devemos manter sempre a combinação entre a luta massiva e uma pauta de reivindicação. Acreditamos que somente negociação, sem luta, não garante conquistas. Assim vamos nos organizar para que os pontos de pauta econômicos, como a terra para os acampados e infra-estrutura para os assentamentos sejam garantidos. Além de lutar para que a pauta estrutural, como a alteração do índice de produtividade e a reestruturação Incra, seja efetivado. Pautas, estas, que são permanentes em nossa história.

É uma necessidade e, ao mesmo tempo, uma obrigação de nossa parte, recolocar a questão da Reforma Agrária para o governo e para a sociedade. É necessário garantirmos as conquistas econômicas, mas também é necessário fazer o debate político da importância que continua tendo esse tema para a classe trabalhadora. Além disso, sempre aproveitamos os momentos de negociações para expressar nossas posições políticas em relação às questões gerais de interesse da classe trabalhadora e das forças políticas que apóiam nossa luta.

‹ Mudanças no Código Florestal e propostas da Via Campesina acima Jornada mobiliza 19 estados e mostra força dos Sem Terra ›
  • Editorial
  • Versão para impressão

Bookmark and Share

Amigos do MST

                      

Parceiros

[Jump to Top] [Jump to Main Content]