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Da Página do MST


No próximo sábado (14), completa um mês que a vereadora do PSOL, Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, foram assassinados no Rio de Janeiro. 


Com o intuito de manter viva a luta de Marielle e exigir mais uma vez que justiça seja feita, coletivos do movimento negro, entidades mistas e pessoas independentes de São Paulo realizarão a mobilização "1 mês do luto à luta - Ato por Justiça à Marielle". A concentração será a partir das 16h no MASP e depois seguirá em marcha até o Largo do Paissandu.


Marielle foi morta num contexto político de golpe no Brasil, onde o acirramento da luta de classes tende a ser cada vez maior. A intervenção federal no Rio de Janeiro reflete esse cenário e apresenta o limite de um Estado, que insiste em achar que segurança pública se garante com polícia na rua, com UPP (Unidade de Policia Pacificadora), e não com políticas de acesso à educação, saúde, lazer e trabalho, etc. 


Além disso, a execução de Marielle se enquadra na política genocida brasileira que mata e encarcera a população negra e pobre do país. Vide Amarildo, Cláudia Ferreira, Luana Barbosa que foram assassinados e Rafael Braga que foi encarcerado. 

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Nesse sentido, neste mês de abril, que marca um mês da execução de Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, além desse ato no dia 14, a Campanha #30DiasPorMarielle convoca à todos e todas para romper o silêncio por Marielle e contra o genocídio dos negros e negras no Brasil. 


Você pode apoiar indo às atividades previstas e organizadas pela Campanha, curtindo a página “Contra o Genocídio Negro” no Facebook e compartilhando o conteúdo postado, divulgando as artes, usando filtro da Ação na sua foto de perfil, feito pela artista plástica Patricia Abòrisá, e usando a hastag #30diasporMarielle em posts. Caso queira colaborar sugerindo atividades que agreguem à programação, preencha o formulário.


*Editado por Iris Pacheco