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Por Webert da Cruz 
Da Página do MST


Nesta quinta-feira (22), Dia Mundial da Água, encerrou-se o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA). O fórum reuniu aproximadamente sete mil pessoas de 17 a 22 de março em Brasília (DF). Os participantes reiteraram a água como direito e mobilizaram discussões e luta contrapondo o 8º Fórum Mundial da Água (8FMA), realizado por grandes corporações, que articula esse bem comum como mercadoria.


Compreendendo o FAMA para alem de um evento, as organizações da sociedade civil e participantes do fórum que convergiram na construção da luta pela água, construíram uma declaração final. O compromisso fundamental estabelecido é o de se manter em luta, enraizar processos de construção e resistência até o momento, manter a
mobilização viva e continuar as denúncias contra a exploração dos bens comuns da natureza.


O documento se reafirma contrário a qualquer privatização e estabelecimento de propriedade privada da água. O FAMA defende os bens hídricos para o povo, ou seja, que devem ser geridos e estar a serviço e consulta da sociedade em geral. Consolida-se o lema do encontro: “Água é direito, não mercadoria”.


36 organizações assinam o documento. As demais entidades do Brasil e do mundo que quiserem subscrever o documento, devem enviar solicitação, até o dia 12 de abril, para a Secretaria Operativa do FAMA, pelos e-mails:
operativafama@gmail.com/metodologiafama2018@gmail.com.


Confira na íntegra da declaração final do Fórum Alternativo Mundial das Águas, aqui