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Da Página do MST

 

O acampamento "Vinte de Novembro", que já vinha resistindo desde 2004, quando foi registrada a primeira ocupação pelo MST na área, foi reocupado na manhã desta segunda-feira.


O último despejo ocorreu em junho de 2017, quando foi relatado pelas famílias torturas psicológicas e abusos de autoridades, ignorado pela justiça pública.


A fazenda de 7500 hectares está nas mãos do grupo empresarial Elias J. Cury. Do total desta área, 4.500 hectares são de origem pública.


O MST reocupa a área como forma de reivindicar que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) faça o assentamento imediato de todas as famílias acampadas na região, que há décadas vem sendo ocupada por famílias camponesas.