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Por Coletivo de Comunicação do MST na Bahia
Da Página do MST


Com uma pauta, que a mais de 10 anos está travada no Estado da Bahia, cerca de 800 Sem Terra ocuparam no início da manhã desta terça-feira (25), Dia Nacional do Trabalhador e Trabalhadora Rural, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), com o objetivo de pressionar o órgão público e colocar na ordem do dia o “Fora Temer” como bandeira de luta emergencial.


A ocupação se soma a luta de milhares de trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra que iniciaram, nessa madrugada, uma grande Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, com o lema “Corruptos, devolvam nossas terras!”.


Jornada de lutas


Dialogar com a sociedade sobre os ataques a democracia é um dos objetivos da jornada e as lutas, que tem se intensificado no atual momento político, apontam a importância de defender as conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.


O MST denuncia que o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) tem atacado os direitos sociais em benefício de empresas e relações políticas, negligenciando as pautas populares reivindicadas por diversos Movimentos e Organizações que atuam em diversos setores da sociedade. Nesse sentido, a jornada tem como foco a denúncia a esses ataques e a retirada dos direitos já conquistado.


Na Bahia, esse processo tem garantido uma nítida morosidade pública em atender as reivindicações ligadas a Reforma Agrária, como saúde, educação, cultura e infraestrutura, principalmente a partir dos pontos que dialogam com os órgãos nacionais.


Por isso, o Movimento aponta que essas questões são reflexos do desmonte das políticas agrárias implementadas pelo atual governo e avalia a necessidade de reposicionar a pauta da luta pela Reforma Agrária de maneira incisiva para os baianos e baianas.