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Por Coletivo de Comunicação do MST na Bahia


Quando o campo e a cidade dialogam sobre a construção de alternativas agroecológicas para a produção de alimentos saudáveis, um novo futuro é projetado.

Foi pensando nisso, que entre os dias 18 e 19/2 engenheiros, estudantes, educadores e moradores do Assentamento Josiney Hipólito, do MST, se reuniram na Escola Técnica em Agroecologia Luana Carvalho, localizada no km 15 em Ituberá, no Baixo Sul da Bahia, para debater práticas agroecológicas.


Com a presença de estudantes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e do coletivo de Engenharia Popular (BAKO) os debates buscaram entender a realidade do assentamento se inserindo no processo de construção na luta social protagonizada em defesa da Reforma Agrária Popular.


Nas práticas do MST, segundo os participantes do encontro, foi possível encontrar uma possibilidade de concretização de sonhos, que antes pareciam distantes, no campo da produção.

Durante os dois dias, foram realizadas diversas atividades, entre elas, rodas de conversas com a juventude e a coordenação do assentamento, com o objetivo de fazer um levantamento produtivo.


Além disso, algumas visitas a casa de assentados e assentadas garantiram a socialização e a convivência, consideradas fundamentais na consolidação de novas parcerias no processo de luta e construção de um novo modelo produtivo para o país.

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Beneficiamento


Ao final das atividades foi realizado um diagnóstico da área para a implementação de uma unidade de beneficiamento agroindustrial da produção dos assentamentos e comunidades envolvidas com a escola.


A unidade de beneficiamento é pensada como uma extensão na formação dos estudantes, para o direcionamento profissional.