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Da Página do MST 


Nesta terça (8), cerca de 1000 integrantes do MST-DF e entorno realizaram uma marcha contra a contra a retirada de diretos da classe trabalhadora do campo e da cidade. A mobilização aconteceu no município de Formosa (GO), distante 80 km de Brasília.


Dentre as preocupações das mulheres Sem Terra, está a reforma da Previdência, anunciada pelo governo federal.


“Somos contra qualquer retirada de direitos das trabalhadoras e compreendemos que a anunciada reforma da previdência prejudicará, prioritariamente, as mulheres do campo, setor já penalizado no atual sistema previdenciário. Defendemos a previdência social pública, universal e solidária. Por isso exigimos o arquivamento de qualquer proposta que atente aos nossos direitos previdenciários”, disse Bárbara Loureiro, integrante da direção distrital do MST.


As mulheres também denunciaram a violência do agronegócio contra todos aqueles que defendem a Reforma Agrária Popular.


“Os objetivos gerais da nossa proposta de Reforma Agrária Popular são: eliminar a pobreza no meio rural; combater a desigualdade social e a degradação da natureza; garantir condições de melhoria de vida para todas as pessoas e oportunidades de trabalho, renda, educação, cultura e lazer, estimulando a permanência no meio rural, em especial a juventude; garantir condições de participação igualitária das mulheres que vivem no campo; preservar a biodiversidade vegetal, animal e cultural existente em todos os biomas Produção de Alimentos”, completou Loureiro.


O protesto das mulheres Sem Terra também passou em frente à prefeitura para denunciar as políticas de educação do município e dar apoio aos funcionários que estão em greve no local.


A ação fez parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra 2016, que traz o lema Mulheres na luta em defesa da natureza e alimentação saudável, contra o agronegócio.