Da Página do MST


Durante os dias 12 a 14 de janeiro, cerca de cinquenta camponeses e camponesas de todas as regiões do Brasil participaram do Seminário nacional de Luta pela Terra e o MST.


Realizado em Luziânia (GO), a atividade que com análises da conjuntura política e da luta de classes em sua programação, debateu temas como massificação das lutas e Agitprop (Agitação e Propaganda), bem como elementos do atual estágio das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras.


Os participantes também refletiram sobre a inserção de todos os sem terra neste novo período da luta de classes.


"Temos que envolver toda nossa militância, principalmente da frente de massas", afirmavam os sem terra.


Estamos em um momento em que a sociedade vivencia uma profunda crise econômica, social, política e ambiental e isso coloca inúmeros desafios para a militância, a classe trabalhadora como um todo.  


Para Cida Lopes, militante do estado de Rondônia, o encontro foi uma experiência e fortalecimento para este novo momento histórico.


"O seminário foi importante, pois vem consolidar nossas ações que já estamos fazendo no estado, com o envolvimento das mulheres nas discussões e participação" garantiu a sem terra.