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Foto: Joka Madruga


Da Página do MST


No último sábado (25), o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Eduardo Suplicy, foi hostilizado por manifestantes anti-PT ao sair da livraria Cultura, após uma entrevista que o prefeito Fernando Haddad concedeu para a Rádio CBN. O ex-senador petista ouviu gritos de "Suplicy, vergonha nacional" de um grupo que tinha nas mãos bonecos infláveis que satirizam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff.


O MST repudia tal agressão e presta solidariedade ao ex senador Suplicy. Tal ação é reflexo dos setores da elite brasileira que estão dispostos a promover uma onda de violência e ódio no país. Para eles não há limites, nem sequer bom senso.


A naturalização da violência e do ódio nas ruas tem alvo definido por essas criaturas que sempre ávidas de intolerância agridem aqueles que lutam para construir um país socialmente justo, democrático e igualitário. E eles já escolheram suas primeiras vítimas: dirigentes de movimentos populares e militantes políticos de esquerda, os indígenas, os casais homossexuais e seus filhos, os imigrantes, os pobres das periferias, todos marginalizados pela direita racista e fascista desse país. 


Por isso, o MST ao longo dos seus 31 anos luta contra qualquer forma de injustiça social. Para tanto, é necessário a unidade diante dessas e tantas outras ofensivas raivosas que ameaçam para que se possa atingir o objetivo a transformação social a partir da organização e luta da classe trabalhadora.