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Da Página do MST


As mulheres Sem Terra do Rio Grande do Norte ocuparam na manhã desta terça-feira (10) o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), em Natal.


Elas reivindicam maior agilidade com relação às famílias acampadas. Muitas já estão acampadas  há dez anos. Exigem ainda infraestrutura, assistência técnica e capacitação técnica para as famílias assentadas.


“Para nós, a mudança das nossas vidas está diretamente relacionada com a luta pela Reforma Agrária Popular, que é uma combinação da democratização da propriedade da terra, a produção de alimentos diversificados, saudáveis e baratos para o povo do campo e da cidade, bem como a construção de novos valores e relações – combatendo o machismo-patriarcal e todas as formas de violência contra as mulheres, nos tornando protagonistas de nossas vidas e da história”, disseram em nota.


Nesta segunda-feira (9), as mulheres Sem Terra trancaram cinco rodovias na região de João Câmara. Cada travamento contou com cerca de 200 camponesas.


As mobilizações tiveram como objetivo evidenciar a existência de latifúndios, em resposta a ministra Kátia Abreu, além de denunciar o avanço do agronegócio no campo brasileiro.

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