O Jornal Sem Terra está completando 30 anos. Ele é o precursor das atividades de comunicação do MST. Surgiu em maio de 1981, no acampamento Encruzilhada Natalino, no Rio Grande de Sul. Quando o acampamento foi tornado área de segurança nacional pelo regime militar e cercado pelo Exército, as famílias acampadas procuraram uma forma para romper o cerco, físico e político, imposto pela ditadura militar e criaram o Boletim Sem Terra.

O objetivo era informar a sociedade sobre a realidade das famílias acampadas e conquistar solidariedade à luta pela Reforma Agrária. Em 1984, no primeiro Encontro Nacional do MST, em Cascavel, o Boletim que já possuía o formato de Jornal foi declarado órgão oficial da organização e a circulação passou a ser nacional.

A principal função do JST é ser um veículo de informação e formação dos trabalhadores rurais. Em relação à informação, busca atender a duas necessidades: divulgar à sociedade as lutas, avanços e conquistas dos trabalhadores rurais e levar ao conhecimento dos Sem Terra as lutas que ocorrem em todo o país.

Simbologia

O Jornal Sem Terra representa uma grande conquista na história do MST, pois surgiu antes mesmo da criação oficial do Movimento e no decorrer dos anos se consolidou como um instrumento de comunicação fundamental na unificação das ações nacionais da luta pela terra.

Nesses 27 anos de luta do MST, o JST se tornou o principal veículo de comunicação para informar a sociedade sobre as lutas do Movimento e levar informações sobre as lutas nos estados para toda a base do Movimento, em todo o país.

Precisamos transformar o Jornal em um instrumento pedagógico de formação e informação para toda a base do MST, resgatando a mística da leitura e dos zeladores do JST, em todos os espaços do Movimento; reuniões, cursos, encontros, escolas, centros de formação, assentamentos e acampamentos, etc.

Todas e todos os Sem Terra precisam assinar o Jornal, garantindo a sua sustentação e tornando-o uma fonte indispensável de leitura e ferramenta fundamental de luta.

É fundamental garantirmos que todos os militantes, dirigentes e profissionais,
como, por exemplo, técnicos, advogados, educadores, entre outros, que estão nas instâncias e nos espaços de luta do movimento assinem o JST. Além disso, não devemos perder a perspectiva de que buscar assinantes para os nossos meios de comunicação. 

Encarte especial marca 30 anos do JST

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