No mês de outubro vamos dedicar parte de nossas atividades ao resgate da história de Ernesto Che Guevara, assassinado há 40 anos em um pequeno povoado nas montanhas bolivianas. Por que recordar de Che? Porque ele dedicou toda sua vida para uma causa do povo. Deixou-nos um legado de solidariedade incondicional com todos os oprimidos e de compromisso com as lutas pela libertação dos povos. Grandioso, mas humilde. Nunca permitiu que o transformassem em um mito. Se quisermos uma referência de um militante ou dirigente, sem dúvida, devemos olhar para Che. Ele é um exemplo de superação dos próprios limites. E o fez não por vaidade pessoal ou por inconseqüente heroísmo, mas por um profundo amor à humanidade.

Para homenagear a memória de Che, não basta conhecer sua biografia. É preciso seguir pela trilha dos seus passos, buscando a cada dia ser melhor no seu trabalho, na prática militante, nos estudos e na convivência com os seus. Em sua memória vamos estudar, praticar ações solidárias e celebrá-lo em todas as áreas de reforma agrária. Plantaremos, em cada assentamento, um símbolo para que o ideário de Che floresça e produza os frutos que alimentarão as gerações futuras.